Andar, andar, andar…
Respirar fundo aquela fumaça densa
Preta, Cinza, extensa
Saborear rostos amargos
Sacudir o relógio, são quase nove.
Um acidente!Nem quero ver os estragos
Um fumacê denso numa manhã me envolve.
(Eniloráquio Prata)
Andar, andar, andar…
Respirar fundo aquela fumaça densa
Preta, Cinza, extensa
Saborear rostos amargos
Sacudir o relógio, são quase nove.
Um acidente!Nem quero ver os estragos
Um fumacê denso numa manhã me envolve.
(Eniloráquio Prata)
Parte um
Crua, torta, encolhida.
Derrotada,morta,encrustecida.
Não tem mais Carol.
Não tem mais eu.
Não tem mais você.
Não tem mais não.
Uma tempestade, violenta, áspera.
Que destrói com seus ventos ferozes
Vais perdendo seu poder, conforme seu caminho passa.
Seu tempo passa, sua vida passa,alguém passa,ninguém viu.
Parte Dois
O escudo rachou.
A trincheira foi fechada.
Querido sentimento velado,acabou.
Que levantem as honrosas bandeiras
da derrota.
Agora saia pela porta.
(…)
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